segunda-feira, 6 de julho de 2009

O ZÉ ARIGÓ (parte um)

Nem sei por onde começar.
Tenho tanto a comentar, a dizer, pouco espaço.
Que fazer?
Onde está o fio da meada?
Outro dia mesmo, comprei o 5o. livro sobre José pedro de freitas. Zé do Arigó.
Quando vi na prateleira do Espaço Oasis de Lian Kun, a palavra ARIGO (sem o acento), a coisa me chamou espontaneamente a atenção.
Ler o livro editado nos Estados Unids de ponta a ponta foi simplesmente aterrador.
Entendi que foi um escritor contratado pela editora, para escrever sobre.
E ele veio com um médico, o Pusharich, para ver o médium médico, que veiculava o Dr Fritz como se chamava ou se chama o homem.
Como está meio tarde hoje aqui na SOMSICAM, no Largo do Paissandú, São Paulo, não vai dar tempo, por certo, para falar quase nada que preste e que não preste sobre Zé do Arigó.
O homem era fera, feríssima...
Intuitivo nato, era muito perceptivo.
Em realidade, eu devo aproveitar para falar da minha forma, á minha maneira.
O caminho da meditação é o caminho masculino, digamos, e da senso percepção. A gente deve tomar muita precaução, quando se vale de técnicas de meditação, com a gente mesmo.
Durante o tempo preparatório de Pedro de freitas, ele teve muitos estertores, tremia, babava, entrava nuns transes muito estranhos.
Tempos depois, outros médiuns "veiculando" o dr fritz, conseguiram ouvir o Dr fritz dizer que ele estava durante muito tempo preparando o freitas para recebê-lo.
Vou me poupar de corrigir o portugues, aliás a ortografia deste texto para me poupar de aborecimentos desnecessários. peço a venia dos leitores quanto aos erros que poventura aparecerem, mas confio que a maior parte dos senhores e de voces, e senhoras e moços e moças, e gente amiga vai não só me perdoar pelos erros, como também, entender perfeitamente que a palavra POFESSOR é a palavra PROFESSOR, mas o R teve problema de teclagem.
Quando for demais, vou corrigir, OK? Às vezes, eu mesmo não aguento. Como não tenho revisor, sai como sai, ás vezes corrijo, OK?
Por exemplo, hoje achei bonitinho falar com Ahimsa, uma garota o norte ou MG, não sei.
Tem hora que erro, tem hora que tropeço, tem hora que gaguejo.
tem hora que tenho toda a certeza de que se eu não meditasse e fizesse terapia meditativa, já teria enlouquecido ou tava morto.
Um dia, Freitas - estou resgatando a beleza e intelig~encia simples do rapas, portanto, um dia, o FREITAS entrou no quarto de hotel onde seu amigo, um Ministro do Governo estava domindo, após um jantar de amizades em que todo mundo, meio de pileqie ficou no hotel, e abriu a porta, com navalha na mão, o ministro não teve medo, e apagou no local.
No dia seguinte, sem o Arigó por perto, que já tinha acordado cedo e io embora, o ministro descobriu que estava com a camiza cotada (a navalha) e cheio de sangue.
Uma cicatriz havia no lugar onde a medicina previra que ele deveria ser operado (em poucas semanas, nos USA, se entendi bem), mas cicatrizada, sem infecções.
Eu só estou relatando, conforme li e ouvi dizer.
O ministro se preocupou, omou banho jogou a camisa no lixo e embacou imediatamente para o Rio. Foi voando ao médico e o médico surpreso disse: com que então voce realmente viajou e operou? parece perfeito e ótimo, que bom! Voce não tinha me contado nada!
O ministro preocupado e branco cera disse: mas eu não ui aos eeuussusa não. Fui pa Congonhas do Campo, aliás, Engenheiro Lafayete, para uma reunião do PRB (ou que seja).
Quando acordei de manhã cedo, eu estava assim. O médico duvidou da sua sanidade mas ficou por isso mesmo.
O ministro voltou a Congonhas do Campo, explicou isso ao freitas (Arigó) que desmaiou só de ouvir isso.

Acontece que aos poucos o dr Fritz, um espirito de um médico alemão que morreu na primeira guerra mundial foi se achegando e tomando mais e mais espaço da vida de José pedro de freitas, exímio católico fervoroso e praticante, que não estava é entendendo nada do que estava acontecendo, aliás, mal lembrava. (Fim do capiulo 1).(Coninua logo mais)



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