quarta-feira, 4 de novembro de 2009
terça-feira, 15 de setembro de 2009

Este CD foi criado a partir de uma proposta de JOELMA, uma cantora dos anos 70 que aghora é presidenta da SOCIMPRO, uma comapnhia de direitos autorais. Ela se prontificou a envioar canções minhas para cantores e cantopras diversas, algumas são da ex-chamada Jovem Guarda do brasil. Na realidade o possibilidade nunca se concretizou, mas o disco acabou sendo feito, mesmo assim.
REVERENCIA PELA VIDA é uma filosofia de vida apontada pelo meu mestre Osho, que transcende, vai um pouco além da filosofia do AHIMSA de Mahatma Ghandi. AHIMSA é não violência. Reverencia Pela Vida vai além, você em primeiro lugar toma conta de si próprio a todo custo. Portanto se alguém vier lhe esfaquear, mate-o primeiro. [Antes que ele consiga o seu intento, matá-lo!]
Love.
Marcadores:
ahimsa,
não-violencia,
reverencia-pela-vida
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
sexta-feira, 31 de julho de 2009
Amigos de Osho em Poona, India
segunda-feira, 27 de julho de 2009
TAZA
Eu fico parado aqui escrevendo nesses blogs, na internet, e atualmente comecei até eu a me perguntar... Taza, isso dá dinheiro?Eu respondo, talvez não dê, mas é um trabalho que me agrada, e quem sabe sirva de cartão de visitas para você. Love.
http://www.anandtaza.com/
www.youtube.com/taza55
http://www.tudomp3.com.br/ letra T
NING - rede social TENKO MEDITAÇÃO
NING - rede social THERAPY MIRROR
ORKUT TAZA
RAVIE

HEYA... Homens de Deus, deuses e homens, terapeutas, amigos da humanidade, gente feliz e positiva é necessária. Com tanto ódio, a 3a guerra acaba sendo necessária, com tanta pobreza, tanta diferença. Mas se nos dermos as as mãos, empenhados num ideal comum de paz e amor, alegria e bem-aventurança, lembrando que NÃO somos todos iguais NÃO SENHOR, mas que haja igual oportunidades.
deu para entender?
ESTE, é RAVIE.
E RAVIE é feliz, e feliz a gente deve ser, bom que sejamos felizes.
Quem quererá guerrear e declarar o fim (talvez quiçá próximo) da Humanidade?
Love.
Marcadores:
manifesto meditatividade alegria não-guerra
sábado, 25 de julho de 2009
heya, zé arigó...
Vixe... era santo homem mesmo.
Mas vejam só, crucificaram o rapaz, bem intencionado que era. José de freitas.
Encontro em Freitas a mesma coisa que encontro em Wilhelm Reich.
Eu não sabia, mas Osho conta que Reich deve ter sido enlouquecido (e morto) na cadeia.
Me dói tremendamente lembrar disso, e ler Osho falando sobre Reich.
É duro notar, e pelos meus motivos pessoais também, que a gente destoar da média, e pior, ser mediúnico (não mediano), é tétrico.José do Arigó era chamado assim pois ele era rude, não sei bem, Arigó deve de ser um pássaro rude, ou um peão, um homem rude.
Eu quero muito visitar Congonhas do Campo.
Outro dia, entrei na loja Templo ZEN, de meu amigo e contra-parceiro Eduardo, e senti a presença de diversas crianças no quintal, correndoç. Depois, Edu me diz que era uma Escola aquilo ali, no tempo passado. Enxerguei o que tinha sido, as crianças correndo e brincando no pátio da casa.
Imagina eu ir visitar a casa onde Zé do Arigó operava. Vixe, nem sei pensar...
Love
Mas vejam só, crucificaram o rapaz, bem intencionado que era. José de freitas.
Encontro em Freitas a mesma coisa que encontro em Wilhelm Reich.
Eu não sabia, mas Osho conta que Reich deve ter sido enlouquecido (e morto) na cadeia.
Me dói tremendamente lembrar disso, e ler Osho falando sobre Reich.
É duro notar, e pelos meus motivos pessoais também, que a gente destoar da média, e pior, ser mediúnico (não mediano), é tétrico.José do Arigó era chamado assim pois ele era rude, não sei bem, Arigó deve de ser um pássaro rude, ou um peão, um homem rude.
Eu quero muito visitar Congonhas do Campo.
Outro dia, entrei na loja Templo ZEN, de meu amigo e contra-parceiro Eduardo, e senti a presença de diversas crianças no quintal, correndoç. Depois, Edu me diz que era uma Escola aquilo ali, no tempo passado. Enxerguei o que tinha sido, as crianças correndo e brincando no pátio da casa.
Imagina eu ir visitar a casa onde Zé do Arigó operava. Vixe, nem sei pensar...
Love
segunda-feira, 6 de julho de 2009
Zé do Arigó, aliás, José Pedro de freitas. (parte 3)
De novo retorno,e deixo claro que alguns pormenores foram expostos erradamente, alguns detalhes.
Não era PRB, mas PTB.
Lucio Bittencourt era Senador, não ministro.
Mas isso, tenho a certeza que é o de menos.
Love.
Não era PRB, mas PTB.
Lucio Bittencourt era Senador, não ministro.
Mas isso, tenho a certeza que é o de menos.
Love.
Zé do Arigó ( extraído de site) (parte dois)
José Pedro de Freitas, mais conhecido como Zé Arigó (Fazenda do Fria, Congonhas, MG, 18 de Outubro de 1922 (ou 1921) - BR-040, 11 de Janeiro de 1971), médium brasileiro.
Desenvolveu suas atividades paranormais em CongonJuventude e matrimônioUm dos oito filhos de um sitiante, nasceu na Fazenda do Fria, a cerca de 6 km de Congonhas. Os parcos recursos da família apenas lhe asseguraram os estudos até à terceira série do atual Ensino Fundamental.
Em 1936, aos 14 anos de idade, ingressou na Companhia de Mineração Ferro e Carvão, onde trabalhou até 1942. Neste período ganhou o apelido que o acompanharia: "Zé Arigó".
Posteriormente, em 1946, então com 25 anos de idade, desposou Arlete André, sua prima em 4º grau, época em que deixou a casa dos pais.
O início do trabalho mediúnicoÀ medida em que nasciam os filhos do casal, por volta de 1950, Arigó começou a apresentar fortes dores de cabeça, insônia, percebendo visões (uma luz descrita como muito brilhante) e uma voz gutural (em idioma que não compreendia) que o fizeram acreditar encontrar-se à beira da loucura. A situação perdurou por cerca de três anos, durante os quais visitou médicos e especialistas, sem melhorias.
Certo dia, em um sonho nítido, a voz que o atormentava foi percebida por Arigó como pertencendo a um personagem robusto e calvo, vestido com roupas antigas e um avental branco, supervisionando uma equipe de médicos e enfermeiros em uma grande sala cirúrgica, em torno de um paciente. Após o sonho ter se repetido por várias vezes, o personagem apresentou-se como sendo Adolph Fritz, um médico alemão desencarnado durante a Primeira Guerra Mundial (1914-1918), sem que tivesse completado a sua obra na Terra. Embora não pudesse compreender a língua, compreendeu a mensagem que o personagem lhe dirigia: Arigó fora escolhido como médium pelo Dr. Fritz para realizar essa obra. Outros espíritos, de médicos e de enfermeiros desencarnados, os auxiliariam. Segundo os seus biógrafos, Arigó acordou desse sonho tão assustado que saiu correndo, nú, aos gritos, ganhando a rua. Parentes e amigos trouxeram-no de volta ao lar, onde chorou copiosamente. Procurados, os médicos procederam a exames clínicos e psicológicos, sem encontrar nada de anormal, embora as dores de cabeça e os pesadelos continuassem. Até mesmo o padre da cidade tentou auxiliar, efetuando algumas sessões de exorcismo, sem sucesso.
Desesperado, sem encontrar uma saída, certo dia resolveu experimentar atender ao pedido do sonho: encontrando um amigo, aleijado, obrigado ao uso de muletas para andar, Arigó ordenou-lhe de súbito que largasse as muletas. E, arrancando-as com as próprias mãos, ordenou em seguida ao amigo que caminhasse, o que ele fez, continuando a fazê-lo desse dia em diante.
A partir de então, uma força que Arigó reputava como "estranha", passou a utilizar-se de suas mãos rudes, para manejar instrumentos também rudes, em delicados procedimentos cirúrgicos, no atendimento a enfermos e aflitos.
O caso do SenadorEntre os casos de personalidade atendidas por Arigó por volta de 1950, relaciona-se o do Senador Lúcio Bittencourt, então em campanha para reeleição e para a eleição de Getúlio Vargas para a presidência da República pelo PTB. Diagnosticado como portador de câncer nos pulmões, os médicos haviam recomendado ao Senador a imediata cirurgia, de preferência em hospital norte-americano, embora com poucas esperanças. Optando por adiar a cirurgia para depois da campanha eleitoral, em visita a Congonhas conheceu Arigó, que havia sido líder sindical. Impressionado com o seu carisma, o Senador convidou Arigó para juntos irem a Belo Horizonte para um comício. Aceito o convite, ficaram hospedados juntos no mesmo hotel. Segundo o relato do Senador, já estando recolhido ao leito em seu quarto, preocupado com a sua condição de saúde, percebeu a porta que se abria, e um vulto, que parecia ser de Arigó, entrando e acendendo a luz. Era realmente Arigó, como constatou, que se aproximava com uma navalha na mão. Assustado, o Senador tentou levantar-se mas sentiu-se dominado por uma prostração que o fez cair, adormecido, sobre o leito. Na manhã seguinte, ao acordar, constatou que o seu pijama estava cortado nas costas, sujo de sangue já seco. O tumor cancerígeno fora removido e, como confirmado mais tarde, o Senador encontrava-se plenamente restabelecido.
A prática mediúnica e a pesquisa científicaApesar da desaprovação da Igreja Católica (com quem, entretanto, não criou inimizades) e das autoridades civis, Arigó fundou uma clínica à Rua Marechal Floriano, em Congonhas, onde chegava a tratar, gratuitamente, até duzentas pessoas por dia, oriundas da região e dos diversos Estados do país, da América do Sul, da Europa e dos Estados Unidos da América. À época, Congonhas chegou a estar ligada a Buenos Aires (Argentina) e a Santiago do Chile (Chile) por linha de ônibus direta e regular.
Entre as dificuldades de ordem legal enfrentadas pelo médium, destaca-se o processo instaurado em 1956 pela Associação Médica de Minas Gerais, sob a acusação de prática de curandeirismo, e pelo qual foi condenado a quinze meses de prisão; entretanto, teve a sua pena reduzida à metade e não chegou a ser preso, uma vez que recebeu indulto do então Presidente da República, Juscelino Kubitschek, cuja filha também havia sido atendida pelo médium, sendo-lhe diagnosticados dois cálculos renais. Anos mais tarde, responderia a novo processo, quando chegou a ser detido por sete meses (1962) em Conselheiro Lafaiete (MG), pelo exercício ilegal da medicina. Continuou a prática mediúnica mesmo dentro dos muros do presídio, tendo retornado a Congonhas com prestígio ainda maior.
Nessa época, o norte-americano Henri Belk, fundador de uma fundação para pesquisa de fenômenos paranormais, acompanhado por Andrija Puharich (ou Henri Puharich), especialista em bioengenharia, deslocaram-se até Congonhas, acompanhados por dois intérpretes da Universidade do Rio de Janeiro e por Jorge Rizzini, conhecido pesquisador espirita brasileiro, para iniciar uma pesquisa com Arigó (1963). Na ocasião, o Dr. Puahrich teve extraído um lipoma de seu cotovelo esquerdo, em um procedimento indolor que consumiu apenas cinco segundos, executado com um canivete comum. A incisão de menos de 5 cm, com pouco sangue, não inchou, conforme documentado nítidamente em filme (a cores) por Rizzini, vindo a cicatrizar completamente, sem infeccção.
Em 1968, dois outros médicos norte-americanos chegaram a Congonhas para complementar as pesquisas: os Drs. Laurence John e P. Aile Breveter, da William Benk Psychic Foundation. Mesmo sem ter alcançado uma explicação conclusiva para o fenômeno, comprovaram que a prática do médium não comportava ilusionismo ou feitiçaria, declarando que 95% dos diagnósticos do médium eram corretos e que, as operações realizadas com um canivete, sem qualquer assepsia, só eram possíveis devido à sua sensibilidade, explicável apenas à luz da parapsicologia.
Morte
Os seus biógrafos registram que Arigó teve um sonho com um crucifixo negro, convencendo-se de sua morte próxima. No dia em que faleceu, como de hábito, compareceu à sua clínica, mas avisou os pacientes que o aguardavam que necessitava ir a uma localidade próxima para buscar um carro usado, que acabara de adquirir. Segundo o boletim de ocorrência policial, na rodovia BR-040, às 12:23h de 11 de Janeiro de 1971, José Pedro, vítima de mal súbito, perdeu a direção do Opala que dirigia, ingressando na contra-mão onde colidiu com um veículo do Departamento Nacinal de Estradas de Rodagem (DNER), vindo a falecer vítima de traumatismo cerebral.
has durante cerca de vinte anos, tornando nacional e internacionalmente conhecidas as cirurgias e curas realizadas por intermédio de sua faculdade mediúnica, pela entidade (espírito) que se denominava como Dr. Adolph Fritz, um médico alemão falecido em 1918, durante a Primeira Guerra Mundial
Desenvolveu suas atividades paranormais em CongonJuventude e matrimônioUm dos oito filhos de um sitiante, nasceu na Fazenda do Fria, a cerca de 6 km de Congonhas. Os parcos recursos da família apenas lhe asseguraram os estudos até à terceira série do atual Ensino Fundamental.
Em 1936, aos 14 anos de idade, ingressou na Companhia de Mineração Ferro e Carvão, onde trabalhou até 1942. Neste período ganhou o apelido que o acompanharia: "Zé Arigó".
Posteriormente, em 1946, então com 25 anos de idade, desposou Arlete André, sua prima em 4º grau, época em que deixou a casa dos pais.
O início do trabalho mediúnicoÀ medida em que nasciam os filhos do casal, por volta de 1950, Arigó começou a apresentar fortes dores de cabeça, insônia, percebendo visões (uma luz descrita como muito brilhante) e uma voz gutural (em idioma que não compreendia) que o fizeram acreditar encontrar-se à beira da loucura. A situação perdurou por cerca de três anos, durante os quais visitou médicos e especialistas, sem melhorias.
Certo dia, em um sonho nítido, a voz que o atormentava foi percebida por Arigó como pertencendo a um personagem robusto e calvo, vestido com roupas antigas e um avental branco, supervisionando uma equipe de médicos e enfermeiros em uma grande sala cirúrgica, em torno de um paciente. Após o sonho ter se repetido por várias vezes, o personagem apresentou-se como sendo Adolph Fritz, um médico alemão desencarnado durante a Primeira Guerra Mundial (1914-1918), sem que tivesse completado a sua obra na Terra. Embora não pudesse compreender a língua, compreendeu a mensagem que o personagem lhe dirigia: Arigó fora escolhido como médium pelo Dr. Fritz para realizar essa obra. Outros espíritos, de médicos e de enfermeiros desencarnados, os auxiliariam. Segundo os seus biógrafos, Arigó acordou desse sonho tão assustado que saiu correndo, nú, aos gritos, ganhando a rua. Parentes e amigos trouxeram-no de volta ao lar, onde chorou copiosamente. Procurados, os médicos procederam a exames clínicos e psicológicos, sem encontrar nada de anormal, embora as dores de cabeça e os pesadelos continuassem. Até mesmo o padre da cidade tentou auxiliar, efetuando algumas sessões de exorcismo, sem sucesso.
Desesperado, sem encontrar uma saída, certo dia resolveu experimentar atender ao pedido do sonho: encontrando um amigo, aleijado, obrigado ao uso de muletas para andar, Arigó ordenou-lhe de súbito que largasse as muletas. E, arrancando-as com as próprias mãos, ordenou em seguida ao amigo que caminhasse, o que ele fez, continuando a fazê-lo desse dia em diante.
A partir de então, uma força que Arigó reputava como "estranha", passou a utilizar-se de suas mãos rudes, para manejar instrumentos também rudes, em delicados procedimentos cirúrgicos, no atendimento a enfermos e aflitos.
O caso do SenadorEntre os casos de personalidade atendidas por Arigó por volta de 1950, relaciona-se o do Senador Lúcio Bittencourt, então em campanha para reeleição e para a eleição de Getúlio Vargas para a presidência da República pelo PTB. Diagnosticado como portador de câncer nos pulmões, os médicos haviam recomendado ao Senador a imediata cirurgia, de preferência em hospital norte-americano, embora com poucas esperanças. Optando por adiar a cirurgia para depois da campanha eleitoral, em visita a Congonhas conheceu Arigó, que havia sido líder sindical. Impressionado com o seu carisma, o Senador convidou Arigó para juntos irem a Belo Horizonte para um comício. Aceito o convite, ficaram hospedados juntos no mesmo hotel. Segundo o relato do Senador, já estando recolhido ao leito em seu quarto, preocupado com a sua condição de saúde, percebeu a porta que se abria, e um vulto, que parecia ser de Arigó, entrando e acendendo a luz. Era realmente Arigó, como constatou, que se aproximava com uma navalha na mão. Assustado, o Senador tentou levantar-se mas sentiu-se dominado por uma prostração que o fez cair, adormecido, sobre o leito. Na manhã seguinte, ao acordar, constatou que o seu pijama estava cortado nas costas, sujo de sangue já seco. O tumor cancerígeno fora removido e, como confirmado mais tarde, o Senador encontrava-se plenamente restabelecido.
A prática mediúnica e a pesquisa científicaApesar da desaprovação da Igreja Católica (com quem, entretanto, não criou inimizades) e das autoridades civis, Arigó fundou uma clínica à Rua Marechal Floriano, em Congonhas, onde chegava a tratar, gratuitamente, até duzentas pessoas por dia, oriundas da região e dos diversos Estados do país, da América do Sul, da Europa e dos Estados Unidos da América. À época, Congonhas chegou a estar ligada a Buenos Aires (Argentina) e a Santiago do Chile (Chile) por linha de ônibus direta e regular.
Entre as dificuldades de ordem legal enfrentadas pelo médium, destaca-se o processo instaurado em 1956 pela Associação Médica de Minas Gerais, sob a acusação de prática de curandeirismo, e pelo qual foi condenado a quinze meses de prisão; entretanto, teve a sua pena reduzida à metade e não chegou a ser preso, uma vez que recebeu indulto do então Presidente da República, Juscelino Kubitschek, cuja filha também havia sido atendida pelo médium, sendo-lhe diagnosticados dois cálculos renais. Anos mais tarde, responderia a novo processo, quando chegou a ser detido por sete meses (1962) em Conselheiro Lafaiete (MG), pelo exercício ilegal da medicina. Continuou a prática mediúnica mesmo dentro dos muros do presídio, tendo retornado a Congonhas com prestígio ainda maior.
Nessa época, o norte-americano Henri Belk, fundador de uma fundação para pesquisa de fenômenos paranormais, acompanhado por Andrija Puharich (ou Henri Puharich), especialista em bioengenharia, deslocaram-se até Congonhas, acompanhados por dois intérpretes da Universidade do Rio de Janeiro e por Jorge Rizzini, conhecido pesquisador espirita brasileiro, para iniciar uma pesquisa com Arigó (1963). Na ocasião, o Dr. Puahrich teve extraído um lipoma de seu cotovelo esquerdo, em um procedimento indolor que consumiu apenas cinco segundos, executado com um canivete comum. A incisão de menos de 5 cm, com pouco sangue, não inchou, conforme documentado nítidamente em filme (a cores) por Rizzini, vindo a cicatrizar completamente, sem infeccção.
Em 1968, dois outros médicos norte-americanos chegaram a Congonhas para complementar as pesquisas: os Drs. Laurence John e P. Aile Breveter, da William Benk Psychic Foundation. Mesmo sem ter alcançado uma explicação conclusiva para o fenômeno, comprovaram que a prática do médium não comportava ilusionismo ou feitiçaria, declarando que 95% dos diagnósticos do médium eram corretos e que, as operações realizadas com um canivete, sem qualquer assepsia, só eram possíveis devido à sua sensibilidade, explicável apenas à luz da parapsicologia.
Morte
Os seus biógrafos registram que Arigó teve um sonho com um crucifixo negro, convencendo-se de sua morte próxima. No dia em que faleceu, como de hábito, compareceu à sua clínica, mas avisou os pacientes que o aguardavam que necessitava ir a uma localidade próxima para buscar um carro usado, que acabara de adquirir. Segundo o boletim de ocorrência policial, na rodovia BR-040, às 12:23h de 11 de Janeiro de 1971, José Pedro, vítima de mal súbito, perdeu a direção do Opala que dirigia, ingressando na contra-mão onde colidiu com um veículo do Departamento Nacinal de Estradas de Rodagem (DNER), vindo a falecer vítima de traumatismo cerebral.
has durante cerca de vinte anos, tornando nacional e internacionalmente conhecidas as cirurgias e curas realizadas por intermédio de sua faculdade mediúnica, pela entidade (espírito) que se denominava como Dr. Adolph Fritz, um médico alemão falecido em 1918, durante a Primeira Guerra Mundial
O ZÉ ARIGÓ (parte um)
Nem sei por onde começar.
Tenho tanto a comentar, a dizer, pouco espaço.
Que fazer?
Onde está o fio da meada?
Outro dia mesmo, comprei o 5o. livro sobre José pedro de freitas. Zé do Arigó.
Quando vi na prateleira do Espaço Oasis de Lian Kun, a palavra ARIGO (sem o acento), a coisa me chamou espontaneamente a atenção.
Ler o livro editado nos Estados Unids de ponta a ponta foi simplesmente aterrador.
Entendi que foi um escritor contratado pela editora, para escrever sobre.
E ele veio com um médico, o Pusharich, para ver o médium médico, que veiculava o Dr Fritz como se chamava ou se chama o homem.
Como está meio tarde hoje aqui na SOMSICAM, no Largo do Paissandú, São Paulo, não vai dar tempo, por certo, para falar quase nada que preste e que não preste sobre Zé do Arigó.
O homem era fera, feríssima...
Intuitivo nato, era muito perceptivo.
Em realidade, eu devo aproveitar para falar da minha forma, á minha maneira.
O caminho da meditação é o caminho masculino, digamos, e da senso percepção. A gente deve tomar muita precaução, quando se vale de técnicas de meditação, com a gente mesmo.
Durante o tempo preparatório de Pedro de freitas, ele teve muitos estertores, tremia, babava, entrava nuns transes muito estranhos.
Tempos depois, outros médiuns "veiculando" o dr fritz, conseguiram ouvir o Dr fritz dizer que ele estava durante muito tempo preparando o freitas para recebê-lo.
Vou me poupar de corrigir o portugues, aliás a ortografia deste texto para me poupar de aborecimentos desnecessários. peço a venia dos leitores quanto aos erros que poventura aparecerem, mas confio que a maior parte dos senhores e de voces, e senhoras e moços e moças, e gente amiga vai não só me perdoar pelos erros, como também, entender perfeitamente que a palavra POFESSOR é a palavra PROFESSOR, mas o R teve problema de teclagem.
Quando for demais, vou corrigir, OK? Às vezes, eu mesmo não aguento. Como não tenho revisor, sai como sai, ás vezes corrijo, OK?
Por exemplo, hoje achei bonitinho falar com Ahimsa, uma garota o norte ou MG, não sei.
Tem hora que erro, tem hora que tropeço, tem hora que gaguejo.
tem hora que tenho toda a certeza de que se eu não meditasse e fizesse terapia meditativa, já teria enlouquecido ou tava morto.
Um dia, Freitas - estou resgatando a beleza e intelig~encia simples do rapas, portanto, um dia, o FREITAS entrou no quarto de hotel onde seu amigo, um Ministro do Governo estava domindo, após um jantar de amizades em que todo mundo, meio de pileqie ficou no hotel, e abriu a porta, com navalha na mão, o ministro não teve medo, e apagou no local.
No dia seguinte, sem o Arigó por perto, que já tinha acordado cedo e io embora, o ministro descobriu que estava com a camiza cotada (a navalha) e cheio de sangue.
Uma cicatriz havia no lugar onde a medicina previra que ele deveria ser operado (em poucas semanas, nos USA, se entendi bem), mas cicatrizada, sem infecções.
Eu só estou relatando, conforme li e ouvi dizer.
O ministro se preocupou, omou banho jogou a camisa no lixo e embacou imediatamente para o Rio. Foi voando ao médico e o médico surpreso disse: com que então voce realmente viajou e operou? parece perfeito e ótimo, que bom! Voce não tinha me contado nada!
O ministro preocupado e branco cera disse: mas eu não ui aos eeuussusa não. Fui pa Congonhas do Campo, aliás, Engenheiro Lafayete, para uma reunião do PRB (ou que seja).
Quando acordei de manhã cedo, eu estava assim. O médico duvidou da sua sanidade mas ficou por isso mesmo.
O ministro voltou a Congonhas do Campo, explicou isso ao freitas (Arigó) que desmaiou só de ouvir isso.
Acontece que aos poucos o dr Fritz, um espirito de um médico alemão que morreu na primeira guerra mundial foi se achegando e tomando mais e mais espaço da vida de José pedro de freitas, exímio católico fervoroso e praticante, que não estava é entendendo nada do que estava acontecendo, aliás, mal lembrava. (Fim do capiulo 1).(Coninua logo mais)
Tenho tanto a comentar, a dizer, pouco espaço.
Que fazer?
Onde está o fio da meada?
Outro dia mesmo, comprei o 5o. livro sobre José pedro de freitas. Zé do Arigó.
Quando vi na prateleira do Espaço Oasis de Lian Kun, a palavra ARIGO (sem o acento), a coisa me chamou espontaneamente a atenção.
Ler o livro editado nos Estados Unids de ponta a ponta foi simplesmente aterrador.
Entendi que foi um escritor contratado pela editora, para escrever sobre.
E ele veio com um médico, o Pusharich, para ver o médium médico, que veiculava o Dr Fritz como se chamava ou se chama o homem.
Como está meio tarde hoje aqui na SOMSICAM, no Largo do Paissandú, São Paulo, não vai dar tempo, por certo, para falar quase nada que preste e que não preste sobre Zé do Arigó.
O homem era fera, feríssima...
Intuitivo nato, era muito perceptivo.
Em realidade, eu devo aproveitar para falar da minha forma, á minha maneira.
O caminho da meditação é o caminho masculino, digamos, e da senso percepção. A gente deve tomar muita precaução, quando se vale de técnicas de meditação, com a gente mesmo.
Durante o tempo preparatório de Pedro de freitas, ele teve muitos estertores, tremia, babava, entrava nuns transes muito estranhos.
Tempos depois, outros médiuns "veiculando" o dr fritz, conseguiram ouvir o Dr fritz dizer que ele estava durante muito tempo preparando o freitas para recebê-lo.
Vou me poupar de corrigir o portugues, aliás a ortografia deste texto para me poupar de aborecimentos desnecessários. peço a venia dos leitores quanto aos erros que poventura aparecerem, mas confio que a maior parte dos senhores e de voces, e senhoras e moços e moças, e gente amiga vai não só me perdoar pelos erros, como também, entender perfeitamente que a palavra POFESSOR é a palavra PROFESSOR, mas o R teve problema de teclagem.
Quando for demais, vou corrigir, OK? Às vezes, eu mesmo não aguento. Como não tenho revisor, sai como sai, ás vezes corrijo, OK?
Por exemplo, hoje achei bonitinho falar com Ahimsa, uma garota o norte ou MG, não sei.
Tem hora que erro, tem hora que tropeço, tem hora que gaguejo.
tem hora que tenho toda a certeza de que se eu não meditasse e fizesse terapia meditativa, já teria enlouquecido ou tava morto.
Um dia, Freitas - estou resgatando a beleza e intelig~encia simples do rapas, portanto, um dia, o FREITAS entrou no quarto de hotel onde seu amigo, um Ministro do Governo estava domindo, após um jantar de amizades em que todo mundo, meio de pileqie ficou no hotel, e abriu a porta, com navalha na mão, o ministro não teve medo, e apagou no local.
No dia seguinte, sem o Arigó por perto, que já tinha acordado cedo e io embora, o ministro descobriu que estava com a camiza cotada (a navalha) e cheio de sangue.
Uma cicatriz havia no lugar onde a medicina previra que ele deveria ser operado (em poucas semanas, nos USA, se entendi bem), mas cicatrizada, sem infecções.
Eu só estou relatando, conforme li e ouvi dizer.
O ministro se preocupou, omou banho jogou a camisa no lixo e embacou imediatamente para o Rio. Foi voando ao médico e o médico surpreso disse: com que então voce realmente viajou e operou? parece perfeito e ótimo, que bom! Voce não tinha me contado nada!
O ministro preocupado e branco cera disse: mas eu não ui aos eeuussusa não. Fui pa Congonhas do Campo, aliás, Engenheiro Lafayete, para uma reunião do PRB (ou que seja).
Quando acordei de manhã cedo, eu estava assim. O médico duvidou da sua sanidade mas ficou por isso mesmo.
O ministro voltou a Congonhas do Campo, explicou isso ao freitas (Arigó) que desmaiou só de ouvir isso.
Acontece que aos poucos o dr Fritz, um espirito de um médico alemão que morreu na primeira guerra mundial foi se achegando e tomando mais e mais espaço da vida de José pedro de freitas, exímio católico fervoroso e praticante, que não estava é entendendo nada do que estava acontecendo, aliás, mal lembrava. (Fim do capiulo 1).(Coninua logo mais)
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