quinta-feira, 5 de julho de 2007

Não conheço Deva Mati


Oi. [Poema a Deva Mati]

Biogente se apresenta:

eu e o povo e a canção e as pessoas e os indivíduos.

Falar e POVO e SOCIEDADE ,

é uma iniquidade ... - ... sem par.

É como quem vai se casar, é como estrê-la..., e eu me encanto ao vê-la...,

e o místico, que é sempre mais que um POETA,

deleta e completa, oferece e desvanece,

fica roxo de veonha ao notar que é vulnerável,

afável, irracível.

Quando alguem competa o sonho de seu mestre, se lembra do que disse,

o mestre a sussurrar a cada instante:

"um homem tem um mestre, mas aprende mesmo

é com uma mulher".

Com efeito e refito,

ares de amor e sossego,

na ecologia conturbada e destruída,

e destituida de sobejo...

Algo que remonta o novo e o arrôcho,

depois de um dia de vulnerabilidade,

dois discípulos...,

de Osho.

TAZA

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